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Em Manaus, aluno que fez ameaça e menção a massacre deve ser transferido, diz secretário

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Foto: Josemar Antunes/Portal do Holanda

Manaus/AM - O aluno que supostamente fez ameaça e menção ao massacre da escola de Suzano, em São Paulo, deverá ser transferido do Instituto de Educação do Amazonas (IEA), segundo informou o subsecretário adjunto da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) Bibiano Filho. O secretário destacou que o jovem receberá acompanhamento psicológico. 

"De fato concluímos que se trata de uma brincadeira de mal gosto de adolescentes. Eles se aproveitaram de uma tragédia que ocorreu em uma escola de São Paulo para trazer terror para dentro da escola que estavam. Esse tipo de brincadeira de mal gosto trouxe preocupação para os pais. Esse aluno vai ter um acompanhamento especial, por psicólogos da secretaria de educação. Vamos verificar o motivo que o levou a falar essa coisa. Mas com certeza ele não ficara mais no IEA", disse.

O delegado titular do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) Silval Souza, tudo não se passou de uma brincadeira de mal gosto. Os jovens foram identificados.

"Foi comprovado é que tudo não passou de uma mensagem mal colocada, em um momento errado e gerou pânico por conta dos nervos estarem aflorados depois do que aconteceu em São Paulo. Está tudo resolvido e conversado. O estudando que colocou essa mensagem no grupo não estava na sala de aula e nem estava no colégio, um terceiro estudante da escola que é amigo dele e que participa do grupo foi quem mandou as fotos e o vídeo do massacre de Suzano. O adolescente se manifestou dizendo que tinha aprovado aquilo, e por conta disso teve um bate boca com outros colegas que não concordaram. Foi quando esse jovem disse que gostaria que acontecesse algo parecido aqui também, mas tudo foi coisa de adolescente", finalizou. 

Por meio de nota a Seduc informou ique tomou conhecimento de ameaças em redes sociais feitas por um aluno e um ex-aluno do Instituto de Educação de Amazonas (IEA) na manhã de hoje denunciadas pelos pais e pelo gestor do Instituto. A Seduc disse que o aluno e o ex-aluno foram conduzidos à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (DEAAI) acompanhados pelo gestor e o pedagogo da escola.

A secretaria ressaltou que mesmo diante das ameaças, não houve concretização de nenhum ato, não havendo, portanto, registro de agressões nas dependência da escola. O fato é classificado isolado, ocorrido de forma atípica. No próximo sábado, a Seduc realizará uma reunião, previamente convocada, com gestores e professores das escolas para realinhar medidas de segurança, tendo como foco reforçar as orientações para todo o corpo escolar, incluindo os agentes de portaria.

A Seduc ressaltou, ainda, que tem como prioridade em conjunto com os gestores pautar pelo maior controle do acesso à escola tanto em relação aos alunos quanto de pais e responsáveis.  Além disso, a secretaria tem reforçado a necessidade de contato direto com as Companhias Interativas Comunitárias (Cicoms), que dão suporte no atendimento e presença dos policiais na área externa da escola.
 

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